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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Personal Learning Environments and Vygotsky

Bibliografia Anotada

Attwel, Graham (2010). Personal Learning Environments and Vygotsky. Pontydysgu (acedido a 10/11/2011)

Descrição: O artigo de Graham Attwel, Personal Learning Environments and Vygotsky oferece ao leitor uma abordagem diferente de Personal Learning Enviromenments (PLE), onde o PLE pode ser entendido como a representação de conhecimentos, competências e aprendizagens anteriores e um conjunto de ferramentas que permitem a interação com colegas para a realização de tarefas.

Avaliação: O artigo apresentado revela-se interessante, na medida em que apresenta os Personal Learning Environments (PLE`s) a partir de uma perspetiva construtivista, ao contrário de Downes que considera que um PLE é desenvolvido a partir de ferramentas ou artefatos. O esquema de um PLE nessa perspetiva, envolve o uso quotidiano das redes sociais e meios de comunicação social com as teorias pedagógicas da aprendizagem.

domingo, 13 de novembro de 2011

Learning Networks in Practice

Bibliografia Anotada

Downes, Stephen. (2007). Learning Networks in Practice in Emerging Tecnologies for Learning. British Educational Communications and Technology Agency (Becta), 2: 19-27 (acedido a 10/11/2011).

Descrição: Stephen Downes, no seu artigo Learning Networks in Practice explica a teoria da rede, classificando a rede no centro da aprendizagem, ressalta que a aprendizagem pode ser entendida a partir de duas perspectivas: redes de apoio à aprendizagem e redes que aprendem. Aponta que "though these may seem to be very distinct, the central thesis of "learning networks as a theory is that these two things are one and the same".
O artigo explora o conceito de PLE – Personal Learning Environments, como um conjunto de ferramentas, serviços, pessoas e recursos, como forma de aproveitar o poder da rede. Essa abordagem procura promover a autonomia, estimular a diversidade, a interação e cooperação.

Avaliação: O artigo descreve de forma bastante esclarecedora o conceito de Personal Learning Environments – PLE. Downes (2007), afirma que “the idea behind the personal learning environment is that the management of learning migrates from the institution to the learner”.
Sustenta que o PLE e a Web 2.0 se apoiam nos mesmos valores: a emergência das redes sociais e comunidades (aprender em comunidade); ênfase na criação e não apenas no consumo; e descentralização do conteúdo e do controle. O artigo manifesta importancia, na medida em que reflete a evolução da aprendizagem como uma transferência de conteúdo e conhecimento para a produção de conteúdo e conhecimento. Nesta perspetiva, o PLE possibilita que o aluno não tenha única e exclusivamente o papel de consumidor de recursos/conteúdos, mas também o papel de produtor, onde pode explorar e criar de acordo com seus interesses e direções interagindo a todo o momento com seus amigos e comunidades, constituí desta forma um “portal para o mundo”.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

PLE - Personal Learning Environments

Personal Learning Environments - PLE (Ambientes de Aprendizagem Pessoal) convergem do impacto social e cultural da Web 2.0 e os seus efeitos na aprendizagem, onde surge o conceito de e-Learning 2.0. São vários os princípios que caraterizam a Web 2.0 e, em especial o e-Learning: maior poder e autonomia no utilizador/alunos, partilha de conteúdos, crescimento colaborativo, a valorização da aprendizagem informal ao longo da vida, assestando a base do processo de aprendizagem no aluno/utilizador. PLE`s são processos que facilitam os alunos a controlar e gerir a sua aprendizagem. O conceito de PLE representa uma aprendizagem centrada nos alunos podendo ser composto por um ou mais subsistemas: aplicação para computador ou um ou mais serviços baseados na Web, integrando abordagens de aprendizagem formal e informal numa única experiência


My PLE – Personal Learning Environments


Na construção do meu PLE utilizei a ferramenta online cacoo, e dividi o meu Personal Learning Environments em duas grandes áreas: pesquisa/recolha de informação e partilha/processamento de informação. O primeiro circulo diz respeito à pesquisa e recolha da informação, enquanto que a partilha/processamento da informação está ilustrado no segundo circulo.


A pesquisa/recolha de informação poderá ocorrer com um objetivo especifico ou não. Caso não exista nenhum objetivo específico adiciono informações úteis e relevantes, obtidas nas mais diversas fontes: blogs, twitter, youtube, google, scoop.it em duas ferramentas chaves de informação no boockmarkrs diigo e de.licio.us ou nos meus favoritos. Estas duas ferramentas online permitem adicionar e pesquisar bookmarks sobre diversos assuntos traduzindo-se bastante úteis para a organização de informação recolhida, ao mesmo tempo, torna-se acessível a outras pessoas para fins colaborativos (partilha e processamento de informação).
Caso o objetivo de pesquisa seja mais específico utilizo o google, youTube, del.icio.us e diigo. Partilha e processamento de informação, a segunda área mencionada no PLE, depende do tipo de informação recolhida e o fim a que se destina. Escrita colaborativa escolho uma das seguintes opções: wikispaces, googledocs, sophia, e pbworks; se o objetivo são apresentações opto entre: issuu, prezi. O scribd e o slideshare, utilizo na partilha de ficheiros doc ou PDF, optando pelo dropbox se a dimensão do ficheiro for extensa. As redes sociais são outra forma de partilhar informação usando para o efeito: o twitter, facebook e o linkdin.
Importa ainda referir que não dispenso o Gmail e o Lotus notes, ao qual acedo diariamente de modo a realizar uma triagem de mensagens de carater urgente, importante ou não urgente. O moodle, tornou-se na minha vida outra prioridade de consulta, participação nos fóruns e recolha de informação importante para um objetivo específico.