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sábado, 3 de dezembro de 2011

Micro – Atividade 6 Mobile Learning


QR- Trilha Avenida da Boavista - Parque da Cidade


A trilha que proponho no Google maps é a Avenida da Boavista – Parque da Cidade no Porto. Este foi mais um desafio proposto na unidade curricular: Ambientes Virtuais de Aprendizagem (contexto m-learning).
Irei conjugar uma visita a monumentos antigos e arquitetura contemporânea, sem esquecer um espaço onde poderá saborear a famosa francesinha…

Preparados???

Iniciamos a visita na Praça de Mouzinho de Albuquerque, mais conhecida por Rotunda da Boavista. No centro do jardim, em homenagem aos Heróis da Guerra Peninsular, encontramos o monumento comemorativo aos bravos desta luta da autoria do arquiteto Marques Silva e do escultor Alves Sousa.

No início da Avenida da Boavista, temos a Casa da Música, da autoria do arquiteto holandês Kem Koolhaas, para o evento Porto Capital Europeia da Cultura em 2001 (Porto 2001), transformou-se desde logo um ícone da cidade e local de passagem obrigatória.

De regresso a Avenida, sugiro uma pausa para saborear aquela que foi considerada uma das 10 melhores Sanduíches do mundo em 2010: a famosa francesinha.

Seguindo em direcção ao mar, e fazendo um ligeiro e “obrigatório” desvio da Avenida da Boavista, temos a Fundação Serralves localizada no Parque Serralves, onde encontramos o Museu de Arte Contemporânea e a Casa de Serralves. Serralves é ainda referência no património da paisagem em Portugal, “resumindo e simbolizando uma aprendizagem e um conhecimento das condições de transformação do território, no espaço e no tempo, num contexto cultural: Portugal nos séculos XIX e XX.

A uns metros à frente, temos aquele que foi considerado internacionalmente um dos edifícios do ano na categoria de arquitectura institucional pela sua arquitectura invulgar, o Edifício Vodafone.

Finalizamos a nossa trilha, com um passeio no Parque da Cidade desfrutando de um ambiente rural e campestre, que se estende até ao Oceano Atlântico. Salientando o ano de 2000, ano em foi seleccionado pela Ordem dos Engenheiros com uma das “100 obras mais notáveis construídas do século XX em Portugal”.

Espero que tenham gostado ;-)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Personal Learning Environments and Vygotsky

Bibliografia Anotada

Attwel, Graham (2010). Personal Learning Environments and Vygotsky. Pontydysgu (acedido a 10/11/2011)

Descrição: O artigo de Graham Attwel, Personal Learning Environments and Vygotsky oferece ao leitor uma abordagem diferente de Personal Learning Enviromenments (PLE), onde o PLE pode ser entendido como a representação de conhecimentos, competências e aprendizagens anteriores e um conjunto de ferramentas que permitem a interação com colegas para a realização de tarefas.

Avaliação: O artigo apresentado revela-se interessante, na medida em que apresenta os Personal Learning Environments (PLE`s) a partir de uma perspetiva construtivista, ao contrário de Downes que considera que um PLE é desenvolvido a partir de ferramentas ou artefatos. O esquema de um PLE nessa perspetiva, envolve o uso quotidiano das redes sociais e meios de comunicação social com as teorias pedagógicas da aprendizagem.

domingo, 13 de novembro de 2011

Learning Networks in Practice

Bibliografia Anotada

Downes, Stephen. (2007). Learning Networks in Practice in Emerging Tecnologies for Learning. British Educational Communications and Technology Agency (Becta), 2: 19-27 (acedido a 10/11/2011).

Descrição: Stephen Downes, no seu artigo Learning Networks in Practice explica a teoria da rede, classificando a rede no centro da aprendizagem, ressalta que a aprendizagem pode ser entendida a partir de duas perspectivas: redes de apoio à aprendizagem e redes que aprendem. Aponta que "though these may seem to be very distinct, the central thesis of "learning networks as a theory is that these two things are one and the same".
O artigo explora o conceito de PLE – Personal Learning Environments, como um conjunto de ferramentas, serviços, pessoas e recursos, como forma de aproveitar o poder da rede. Essa abordagem procura promover a autonomia, estimular a diversidade, a interação e cooperação.

Avaliação: O artigo descreve de forma bastante esclarecedora o conceito de Personal Learning Environments – PLE. Downes (2007), afirma que “the idea behind the personal learning environment is that the management of learning migrates from the institution to the learner”.
Sustenta que o PLE e a Web 2.0 se apoiam nos mesmos valores: a emergência das redes sociais e comunidades (aprender em comunidade); ênfase na criação e não apenas no consumo; e descentralização do conteúdo e do controle. O artigo manifesta importancia, na medida em que reflete a evolução da aprendizagem como uma transferência de conteúdo e conhecimento para a produção de conteúdo e conhecimento. Nesta perspetiva, o PLE possibilita que o aluno não tenha única e exclusivamente o papel de consumidor de recursos/conteúdos, mas também o papel de produtor, onde pode explorar e criar de acordo com seus interesses e direções interagindo a todo o momento com seus amigos e comunidades, constituí desta forma um “portal para o mundo”.